INSTRUÇÃO: ESCUTE O PODCAST ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE:
REGISTRO DA PRÁTICA (Diário de Classe e Notas de Aula), do
Professor Donarte Nunes dos Santos Júnior,
E.M.E.F. PORTO NOVO,
Prefeitura de Porto Alegre – SMED/ RME
segunda-feira, 26 de abril de 2021
ATIVIDADE DA 9ª SEMANA: de 26 a 30 de abr.:
segunda-feira, 19 de abril de 2021
ATIVIDADE DA 8ª SEMANA: de 19 a 23 de abr.:
INSTRUÇÃO: ESCUTE O PODCAST ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE:
segunda-feira, 12 de abril de 2021
ATIVIDADE DA 7ª SEMANA: de 12 a 16 de abr.:
INSTRUÇÃO: ASSISTA A VÍDEO AULA ABAIXO, E, FEITO ISSO, RESPONDE AO QUE SE PEDE MAIS ABAIXO:
segunda-feira, 5 de abril de 2021
ATIVIDADE DA 6ª SEMANA: de 05 a 09 de abr.:
INSTRUÇÃO: LEIA AS LÂMINAS DE POWER POINT, ABAIXO, QUE NADA MAIS SÃO DO QUE UM RELATO DE COMO FOI A NOSSA ÚLTIMA AULA ON-LINE, VIA MEETING.
FEITO ISSO, RESPONDA AO QUE SE PEDE MAIS ABAIXO:
segunda-feira, 29 de março de 2021
ATIVIDADE DA 5ª SEMANA: de 29 de mar. a 1º de abr.:
INSTRUÇÃO: ASSISTA A VÍDEO AULA ABAIXO, E, FEITO ISSO, RESPONDE AO QUE SE PEDE MAIS ABAIXO:
segunda-feira, 22 de março de 2021
ATIVIDADE DA 4ª SEMANA: de 22 a 26 de mar.:
INSTRUÇÃO: ESCUTE O PODCAST ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE:
segunda-feira, 15 de março de 2021
ATIVIDADE DA 3ª SEMANA: de 15 a 19 de mar.:
segunda-feira, 8 de março de 2021
ATIVIDADE DA 2ª SEMANA: de 08 a 12 de mar.:
Povo Munduruku (Mito Tupi)
O CRIADOR DE TUDO
No antigo tempo da criação do mundo com toda sua beleza, os Munduruku viviam dispersos, sem unidade e guerreando entre si. Esta era uma situação muito ruim que tornava a vida mais difícil e indócil. Foi aí que ressurgiu Karú-Sakaibê, o Grande Criador, que já havia realizado tantas coisas boas para este povo.
Contam os velhos que foi ele quem criara as montanhas e as rochas soprando em penas fincadas no chão. Eram também criações dele os rios, as árvores, os animais, as aves do céu e os peixes que habitam todos os rios e igarapés.
Karú-Sakaibê, tendo percebido que o povo que ele criara não estava unido, decidiu voltar para unificá-lo e lembrá-lo como havia sido trazido do fundo da terra quando ele decidiu enfeitar a terra com gente que pudesse cuidar da obra que criara.
Assim contam os velhos sobre a vinda dos Munduruku ao mundo de cima: Karú-Sakaibê andava pelo mundo sempre em companhia de seu fiel amigo Rairu, que embora fosse muito poderoso, gostava de brincar e se divertir. Um dia, Rairu fez uma figura de tatu juntando folhas, gravetos e cipós. Era uma imitação perfeita. Tão perfeita que o jovem brincalhão resolveu colá-lo com resina feita com cera de mel de abelha para que seu desenho nunca desaparecesse. Para secar a resina Rairu enterrou seu "tatu" embaixo da terra deixando apenas o rabo para fora. Porém, quando ele tentou, depois de algum tempo, retirar sua mão do rabo não conseguiu, pois a resina havia secado e ele ficara grudado no rabo do tatu.
Como Rairu tinha um grande poder, deu vida ao desenho e este, em vez de querer sair do buraco, foi adentrando-se cada vez mais, carregando consigo o pobre rapaz preso ao seu rabo. Por mais que tentasse se soltar não conseguia. O tatu-desenho foi cada vez mais fundo e quando chegou ao centro da terra, Rairu encontrou muita gente que por lá morava. Tinha gente de todo jeito: algumas eram bonitas, outras eram feias; algumas eram boas e outras eram más e preguiçosas.
Rairu ficou tão impressionado com aquilo que decidiu sair rapidamente do buraco para contar a Karú-Sakaibê, que já devia estar preocupado com sua demora. E estava mesmo. Karú irritou-se tanto com seu companheiro que decidiu castigá-lo, batendo nele com um pedaço de pau. Para se defender o jovem contou sua aventura ao centro da terra e como ele havia encontrado gente lá. Estas palavras chamaram a atenção de Karú, que decidiu trazer toda esta gente para o mundo decima.
Rairu ainda perguntou como poderiam fazer isso se eles estavam tão longe. O herói criador nem sequer deu ouvido ao jovem. Começou a fazer uma pelota e enrolá-la na mão. Em seguida jogou a pelota no chão e imediatamente nasceu um pé de algodão. Colheu, então, o algodão e com suas fibras fez uma corda que passou na cintura de Rairu e ordenou que fosse ao centro da terra buscar as pessoas que ele vira.
Rairu desceu pelo mesmo buraco do tatu. Quando chegou reuniu todo mundo e falou das maravilhas que havia no mundo de cima e que queria que todos subissem pela corda para conhecer este novo mundo. Os primeiros a subir foram os feios e os preguiçosos, porque estes imaginavam que iam encontrar alimento com muita facilidade nunca mais precisariam trabalhar. Depois subiram os bonitos e formosos. No entanto, quando estes últimos já estavam quase alcançando o topo, a corda arrebentou e um grande número de gente bonita caiu no buraco e permaneceu vivendo no fundo da terra.
Como eram muitos, Karú- Sakaibê quis diferenciá-los uns dos outros. Para que uns fossem Munduruku, outros Mura, arara, Mawé, Panamá, Kaiapó e assim por diante. Cada um seria de um povo diferente. Fez isso pintando uns de verde, outros de vermelho, outros de amarelo e outros de preto.
No entanto, enquanto Karú pintava um por um, os que eram feios e preguiçosos adormeceram.
Esta atitude das pessoas feias irritou profundamente o herói criador. Como castigo por sua preguiça, Karú-Sakaibê os transformou em passarinhos, porcos do mato, borboletas e em outros bichos que passaram a habitar a floresta.
No entanto, àqueles que não eram preguiçosos ele disse:
- Vocês serão o começo, o princípio de novos tempos e seus filhos e os filhos de seus filhos serão valentes e fortes.
E para presenteá-los por sua lealdade, o grande herói preparou o campo, semeou e mandou chuva para regá-lo. E tão logo a chuva caiu nasceram a mandioca, o milho, o cará, a batata-doce, o algodão, as plantas medicinais e muitas outras que servem, até os dias de hoje, de alimento para esta gente. Ainda os ensinou a construir os fornos para preparar a farinha.
Contam nossos avós que foi assim que Karú-Sakaibê transformou a grande nação Munduruku num povo forte, valente e poderoso...
(MUNDUKURU, Daniel. Contos Indígenas Brasileiros. São Paulo: Global Editora, 2005. p. 8-12)
GLOSSÁRIO
Munduruku: Significa Formigas Gigantes ou Compridas por ser conhecido como um povo guerreiro e poderoso. Está presente nos estados do Pará, Amazonas e Mato Grosso, totalizando aproximadamente 12 mil pessoas. Seu contato com a cidade já é de 250 anos e, apesar deste contato antigo, mantém sua cultura e tradição através de rituais e de sua língua. (Usam a língua Munduruku, do tronco Tupi)
Karú-Sakaibê: É dessa forma que o povo Munduruku denomina seu herói criador e civilizador.
Rairu: Era o fiel companheiro de Karú-Sakaibê, uma espécie de assistente na obra da criação.
Igarapé: Significa pequeno córrego. São braços de um grande rio, onde normalmente estão localizadas as aldeias Munduruku.
Cará: tipo de tubérculo (batata) comestível.
Mura, Mawé, Arara, Panamá, Kaiapó: Denominação de alguns povos indígenas que são vizinhos dos Munduruku.
APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA, RESPONDA:
1) Você acha que o povo munduruku tem razão em dizer que todos fomos trazidos do fundo da terra? Justifique a sua resposta.
2) Você acha que os mundurukus estão certos ao afirmar que deveríamos cuidar da obra que foi criada? Justifique a sua resposta.
3) Quais são as diferenças entre este tipo de narrativa, e, por exemplo, a teoria do Big Bang?
segunda-feira, 1 de março de 2021
ATIVIDADE DA 1ª SEMANA: de 1º a 5 de mar.:
Prezados estudantes,
para esta semana, os professores, em conjunto, pensaram, para todas as turmas, a atividade que está logo abaixo.
Quando elaboramos ela, tivemos em mente o aniversário de nossa escola, comemorado no dia 02, a questão da dificuldade de estudar em tempos de pandemia e o nosso projeto didático-pedagógico, o Projeto Compaixão.
Assim, surgiu a atividade a seguir, à qual vocês podem responder e encaminhar, por: E-Mail, Whatsapp da escola, nos comentários da presente postagem, em nosso "Grupo de Estudos Fechado, do Facebook", enfim, há diversas formas de vocês responderem as questões que pensamos para vocês refletirem.
Bons estudos!!!
ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR E DE MANUTENÇÃO DE VÍNCULO
ATIVIDADE SEMANAL: 1ª SEMANA
ATIVIDADE SOBRE O ESTUDAR E SOBRE A ESCOLA
“O apaixonado está em ruptura com o poder político” (RIBEIRO, Renato Janine. A paixão revolucionária e a paixão amorosa em Stendhal. In: Os sentidos da paixão. São Paulo: Companhia das letras, 1988.)
Vivemos em uma sociedade onde as diferenças sociais aumentam visivelmente a cada dia.
Em um país com quase 210.000.000 de habitantes (isso mesmo, duzentos e dez MILHÕES!) existem QUARENTA E DUAS PESSOAS que lucraram mais do que os 68 milhões de beneficiários do auxílio emergencial receberam juntos!
Na educação, a cada 100 alunos, 18 estudam em escolas particulares, enquanto os outros 82 estudam em escolas públicas.
Os alunos de escolas particulares, em famílias que podem arcar com custos escolares que variam de 700 a 3000 reais por mês, estão tendo aulas em reuniões de MEET, com atendimentos em grupo, individuais, com tutores e professores particulares.
Um reflexo claro disso foi o que aconteceu com o ENEM do ano passado. Foram tantos alunos que não se sentiram preparados que 71 a cada 100 dos inscritos nem fez as provas.
Vocês acham que foram os alunos de escolas particulares ou os das públicas que não foram?
Nós, professores, que estamos preocupados com a aprendizagem de vocês, preocupados em diminuir essas diferenças sociais, queremos saber de vocês como vocês estão se vendo diante desse panorama. No ano passado, muitos alunos tiveram dificuldades com a Plataforma Córtex, com as atividades à distância, com as atividades impressas.
Foram poucos alunos que efetivamente buscaram realizar todas as tarefas, pesquisar, estudar.
Então, para essa semana, queremos ouvir de vocês:
1. O que você espera das atividades a distância da escola, e o que nós, professores, poderíamos fazer para facilitar sua participação?
2. Como você vê a transformação da sociedade durante a pandemia, e o que você está fazendo por você mesmo para não ser mais uma vítima dessa exclusão?
3. Que transformações no espaço geográfico do seu bairro estão ocorrendo, e o que isso implica na vida diária, no lazer e na prática de esportes?
4. Como você vê a importância da educação nesse momento?
5. Que outras dificuldades são tão marcantes quanto o ato de estudar?
6. O que essa imagem diz para você?
(frase do economista, jornalista e professor argentino Tomás Bulat (1964-2015))
7. 02/03 é aniversário da Escola Porto Novo. O que a Escola significa para você?
INÍCIO DO ANO LETIVO DE 2021!!!
Prezados,
eis que se inicia o nosso Ano Letivo, o nosso Semestre!!!
Fiquem ligados que, em breve, teremos, também por aqui, materiais para o estudo de vocês!!!
Atte.,
Prof. Donarte.
sexta-feira, 13 de março de 2020
5ª aula: o mundo "unimultipolar".
Obs.: o professor sugeriu ainda, nesta retomada, que os alunos assistissem ao filme Crimes Ocultos, abaixo (Youtube) para saber um pouco mais, sobre a centralização e a ideologia socialista.
Feito isso, aula expositiva dialogada sobre:
→ Ordem unimultipolar
→ Poderio Militar
→ Guerra "inteligente"
→ Ciberespaço ("Cyberspace")
→ Os gastos militares
terça-feira, 10 de março de 2020
4ª aula: razões para o desmantelamento do "Mundo Bipolar".
→ Planos Quinquenais
→ Burocracia
→ Centralização
sexta-feira, 6 de março de 2020
3ª aula: alguns mo(vi)mentos da Segunda Grande Guerra.
Para ir além, assistir ao documentário, abaixo:
quinta-feira, 5 de março de 2020
2ª aula: Nova Ordem Mundial (Introdução).
→ Segunda Guerra Mundial
→ Geopolítica
→ Guerra Fria
→ Muro de Berlim
Para retomar algumas questões e até mesmo ir além, preparando-se para as próximas aulas, recomenda-se que os estudantes assistam aos "documentários" abaixo:
terça-feira, 3 de março de 2020
1ª aula: combinações apresentação do conteúdo.
Em seguida, apresentou o conteúdo que será estudado ao longo do ano, a saber:
VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018.
terça-feira, 2 de abril de 2019
O Conceito de Comunismo (conclusão (7ª aula)):
Assim, o professor concluiu o Conceito de Comunismo com a apresentação do pensamento de Tommaso Campanella (1568-1639), que, em seu livro "A Cidade do Sol", defende, que:
"[...] toda a propriedade surge de que cada indivíduo trata de ter uma casa, uma mulher e uma família para ele somente, de onde derivam o amor-próprio e o egoísmo; pois, pelo afã de enaltecer o filho em riquezas ou hierarquia social ou de deixar-lhe uma abundante herança, converte-se todo mundo, seja em um ladrão para o resto da comunidade, quando carecendo de escrúpulos, se sente com forças para isto; seja, se seu ânimo não chega a tanto, em um avaro, um insidioso ou um hipócrita. Em lugar disso, quando o homem consegue libertar-se deste amor egoísta para consigo mesmo, só lhe resta o que deve sentir pelos demais e pela coletividade." (CAMPANELLA, Tommaso. A Cidade do Sol. Tradução Fernando Andrade. São Paulo: Ícone, 2002, p. 26).
Em seguida, o professor introduziu o Conceito de Socialismo, com comentários a respeito de Karl Marx (1818-1883) e de sua obra "O Capital".
Para encaminhar a próxima aula, é interessante, ler mais, :::aqui:::.
quinta-feira, 28 de março de 2019
O Conceito de Comunismo (desenvolvimento (6ª aula)):
Em seguida, retomou a aula do dia 21 de mar., dando sequência às reflexões. Assim, através de aula expositiva dialogada, o professor introduziu novas noções, tais como, a explicação acerca da pessoa de Thomas Morus (Londres, 1478-1535), bem como de seu contexto histórico (a Inglaterra do Rei Henrique VIII), lendo partes do escrito "Utopia" aos alunos.
Para verificar se os alunos estavam entendendo o conteúdo, o professor questionou "qual era, então, o único sentimento tipicamente humano que não poderia existir em uma sociedade comunista?". A resposta, para alegria do professor, veio de pronto: o egoísmo.
Para is além, retomar, estudar, e, preparar a próxima aula, os estudantes poderão ler três aulas, que estão :::aqui:::, :::aqui::: e :::aqui::: e que foram ministradas no ano passado (2018), para a então turma de 9º ano.
Sugere-se, ainda, que o estudante assista ao excerto, abaixo, retirado da "série" "Os Tudors" e que trata da execução de Morus. Seria interessante até que o estudante "baixasse" a "série" para assisti-la, e, para que, assim, saiba mais sobre a Inglaterra dos séculos XV e XVI...
terça-feira, 26 de março de 2019
Problematizações acerca do "aniversário" de Porto Alegre (5ª aula):
Para servir de start o professor instigou os estudantes com a pergunta: "como ou quando nasce uma cidade?".
Em seguida, foram vistos e explicados os seguintes elementos:
→ Por lei, o aniversário de Porto Alegre, é: 26 de março, sendo seu ano de "fundação", considerado o de 1772, levando em conta a chegada de 60 casais de açorianos. Em sendo assim, neste ano, 2019, Porto Alegre estaria comemorando 247 anos
→ Porém, há um elemento histórico que pode contestar a data acima: qual seja: a a Carta de Sesmaria expedida a Jerônimo Dorneles de Menezes e Vasconcelos, a 5 de novembro de 1740. Neste caso, Porto alegre seria mais antiga, comemorando só em novembro do presente ano (2019), seus 279 anos.
→ Existe, ainda, outra data histórica que poderia, muito bem, ser considerada como a data de aniversário da capital dos gaúchos, a saber: a que nos chega desde que os açorianos foram chamados de Santa Catarina, onde haviam se estabelecido, para, finalmente, tomar posse das terras mais ao sul, graças tratado firmado entre Portugal e Espanha, o "Tratado de Madri". E esse ano é o de 1750. No entanto, nesta época, eclodiram as chamadas "Guerras Guaraníticas" (1753-1756), tendo estes imigrantes ficado em algum lugar de localização controvertida na península que viria a ser Porto Alegre. Em sendo assim, Porto Alegre teria 269 anos.
→ Para concluir de modo provisório, o problema com a "versão oficial", a primeira apresentada, aqui, é o de que ela nos chegas desde o ano de 1940, quando o geógrafo, professor Dr. Tupi Caldas, apresentou, no "III Congresso Sul Riograndense de História e Geografia", um trabalho, no qual anexava um mapa com o insipiente traçado das ruas de Porto Alegre. O mapa seria de autoria do engenheiro militar Alexandre José Montanha, que teria sido elaborado no ano de 1772. Ocorre que o mapa apresentado por Caldas era uma cópia e o original nunca foi encontrado.
Tendo feita esta apresentação dialogada, o professor convidou os alunos a pensarem com a pergunta "como ou quando nasce uma cidade?".
O fechamento ficou para a próxima aula.
quinta-feira, 21 de março de 2019
Período de Leitura e o Conceito de Comunismo (introdução (4ª aula)):
Dentro os livros disponíveis podem ser citados títulos e autores que vão desde contos e clássicos da literatura nacional; "antologias", "comédias" e "coleções", que vão desde Machado de Assis até Luís Fernando Veríssimo e Moacyr Scliar, passando por Aníbal Machado.
Em seguida, após o momento de silêncio e leitura, o professor introduziu o conceito de Comunismo.
As noções vistas, foram:
► Origens, por assim dizer, da ideia de Comunismo (ver fotografias e ilustrações abaixo):
→ Platão (428/ 427 - 348/ 347 a. C.), com seu escrito "A República" e as noções gerais nele contidas
→ "Onde", por assim dizer, se encaixa o pensamento de Platão: idealismo (ver ilustração, abaixo (Figura 1))
→ O "Mito da Caverna" (ou "Alegoria da Caverna" (ver ilustração abaixo (Figura 2)), contida na obra supracitada, no Livro VII
→ As noções de Ética, Realidade e Verdade, contidas na "Alegoria da Caverna" (ver fotografias, abaixo (Figuras 3, 4 e 5))
Como tema, para servir de "start" para a próxima aula, o professor deixou, no quadro de giz, a seguinte pergunta que deverá ser respondida em casa:
Onde o "comunismo" já foi aplicado? Se é que ele já foi aplicado?
A atividade será solicitada no momento oportuno, quando da próxima aula.
terça-feira, 19 de março de 2019
O Sentido do Estudar: parte 3 (conclusão (3ª aula)):
Em seguida, o professor retomou a noção do "estudar para si mesmo", contida no escrito de Nietzsche (1844-1900), intitulado "Escritos sobre educação". Nesse sentido, foi grata a constatação de que a turma havia se apropriado da noção, lembrando muito bem dela, ao que o professor apenas teve de abordar um ou outro aspecto da mesma.
Do mesmo modo, encaminhando o fechamento da aula, o professor instigou os estudantes com a pergunta: "qual é a única coisa que não pode ser tirada de um homem?". Tendo se alegrado com o fato de os estudantes também terem apreendido para si esta noção, qual seja: a de que "o conhecimento a única coisa que não pode ser tirada de uma pessoa"; noção que está no livro "O Conde de Monte Cristo", do autor francês, Alexandre Dumas (1802-0870).
3ª AULA DO 3º TRIMESTRE: PÓS-CAMPO DO CAU!:
No encontro deste dia, os estudantes foram orietados a, em nível de pós-campo , elaborarem o Relatório de Saída de Campo , bem como, antes d...
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Nesta aula, os estudantes, após a explicação do professor, procederam às atividades relativas ao Pós-Campo , da Saída de Campo realizada ...
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No encontro deste dia, os estudantes foram orietados a, em nível de pós-campo , elaborarem o Relatório de Saída de Campo , bem como, antes d...
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Neste encontro, o professor, utilizando-se de um notebook , da TV passeante da escola, e do software Google Earth™, conduziu aula expositiva...





































