TURMA 91 - GEOGRAFIA
REGISTRO DA PRÁTICA (Diário de Classe e Notas de Aula), do
Professor Donarte Nunes dos Santos Júnior,
E.M.E.F. PORTO NOVO,
Prefeitura de Porto Alegre – SMED/ RME
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
1ª AULA DO 3º TRI.: AULA DE PRÉ-CAMPO!
terça-feira, 8 de setembro de 2026
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!
Durante esse período, parte significativa de nossas aulas, encontros e tempos pedagógicos esteve dedicada à orientação dos estudantes, à organização e ao desenvolvimento das pesquisas, à preparação dos trabalhos e às diferentes atividades relacionadas ao evento. Somaram-se a isso outros projetos desenvolvidos pelas turmas, entre eles as atividades de cartografia coletiva, realizadas no âmbito do Projeto Piloto do CAU, que também demandaram diferentes encontros de trabalho.
Foi, portanto, um período particularmente intenso, no qual a rotina escolar precisou ser reorganizada.
Em razão dessa concentração de atividades, muitas das práticas desenvolvidas nas disciplinas de Geografia e Iniciação Científica não chegaram a ser publicadas, como habitualmente fazemos, neste nosso Registro da Prática.
Isso, entretanto, não significa que elas tenham deixado de acontecer. Ao contrário: foram semanas de muito trabalho, pesquisa, orientação, produção e aprendizagem — justamente o tipo de movimento que este espaço procura documentar.
O que estudamos nesse período?
Nas aulas de Geografia dos 9º anos, desenvolvemos dois grandes conjuntos de discussões: a construção histórica e cultural da ideia de Europa e alguns dos princípios fundamentais para a compreensão do Capitalismo.
Para iniciarmos a discussão sobre a Europa, recorremos ao filósofo e crítico literário George Steiner e à obra “A Ideia de Europa”.
A partir de Steiner, discutimos cinco elementos utilizados pelo autor para pensar aquilo que historicamente ajudou a construir uma determinada ideia de Europa.
O primeiro deles foi o café, não apenas como estabelecimento comercial, mas como espaço de encontro, leitura, discussão política, circulação de ideias e sociabilidade intelectual.
O segundo foi a paisagem europeia, marcada por distâncias historicamente percorríveis, pela proximidade entre cidades, regiões, povos e fronteiras e pela intensa sobreposição entre natureza e história.
O terceiro elemento foram as ruas e praças, entendidas como espaços públicos nos quais a vida política, cultural e social europeia se desenvolveu ao longo de séculos.
Também discutimos aquilo que Steiner identifica como uma das grandes heranças intelectuais e culturais europeias: o diálogo entre as tradições grega, judaica e cristã, cujas ideias, tensões, continuidades e transformações atravessaram profundamente a história do continente.
Por fim, trabalhamos a peculiar presença de uma ideia de fim, de declínio ou de consciência da própria mortalidade histórica da civilização europeia, tema que ganhou força sobretudo diante das guerras e catástrofes vividas pelo continente no século XX.
Essas reflexões serviram como ponto de partida para pensar a Europa não apenas como um continente delimitado em um mapa, mas também como uma construção histórica, cultural, política e intelectual.
Outro grande tema trabalhado no período foi o Capitalismo.
Partimos de Adam Smith, um dos principais pensadores ligados à formulação do liberalismo econômico moderno, procurando compreender suas ideias no próprio contexto histórico em que foram desenvolvidas.
Uma passagem clássica de “A Riqueza das Nações” serviu para iniciar a discussão: a conhecida reflexão sobre o açougueiro, o cervejeiro e o padeiro.
A ideia central trabalhada foi a de que as trocas econômicas não dependem apenas da benevolência de quem produz. O padeiro produz pão, o açougueiro vende carne e o cervejeiro oferece sua bebida porque cada um também busca atender a seus próprios interesses e garantir sua sobrevivência e prosperidade.
A partir daí, discutimos aquilo que, em linguagem cotidiana, poderíamos chamar de um “egoísmo” produtivo, tomando o cuidado de perceber que, em Smith, essa noção é mais complexa do que simplesmente agir sem qualquer consideração pelos demais.
Essa discussão foi complementada por outra obra de Smith, “A Teoria dos Sentimentos Morais”, na qual o pensador chama a atenção para uma dimensão profundamente humana: o desejo de ser observado, reconhecido, considerado e receber a aprovação dos outros.
Assim, discutimos como a procura por melhores condições materiais, reconhecimento social e preservação de determinada posição na sociedade também pode funcionar como poderoso estímulo à ação humana.
Estudamos ainda a importância da Divisão do Trabalho.
Partimos de exemplos simples para compreender que uma sociedade na qual cada indivíduo precisa produzir sozinho tudo aquilo de que necessita apresenta possibilidades muito menores de especialização. À medida que o trabalho é dividido e os indivíduos podem se especializar em determinadas tarefas, aumentam as possibilidades de produção, troca e desenvolvimento tecnológico.
A discussão foi ampliada para a própria Divisão Internacional do Trabalho, permitindo perceber como diferentes regiões e países passaram a ocupar posições distintas e complementares dentro da economia mundial.
Outra ideia de Smith trabalhada em aula foi a conhecida metáfora da “mão invisível”, utilizada para discutir a possibilidade de coordenação das atividades econômicas sem que cada decisão de produção e troca precise ser determinada diretamente pelo Estado.
Nesse contexto, estudamos didaticamente a Lei da Oferta e da Procura, procurando compreender como produtores e consumidores interagem dentro de um mercado.
Partimos de uma questão aparentemente simples: o que vem primeiro, a oferta ou a procura?
A pergunta permitiu discutir que, em inúmeras situações, alguém se dispõe a produzir determinado bem porque existe — ou porque se acredita que poderá existir — uma demanda por ele. Uma fábrica de pregos, por exemplo, não faria muito sentido em uma sociedade na qual ninguém utilizasse pregos.
A partir daí, observamos como alterações na procura e na oferta podem repercutir sobre preços, produção, disponibilidade de recursos, concorrência e qualidade dos produtos, sempre ressaltando que o funcionamento real das economias contemporâneas é bastante mais complexo do que o modelo didático utilizado para a compreensão inicial desses mecanismos.
Finalmente, problematizamos uma característica particularmente importante do Capitalismo contemporâneo.
Se inicialmente utilizamos o exemplo de uma procura que incentiva a produção de determinada mercadoria, hoje grandes empresas dispõem de ferramentas capazes de atuar também na direção contrária: por meio da publicidade, do marketing, das marcas e da construção de desejos, a própria oferta pode contribuir para produzir ou ampliar uma procura.
Discutimos, assim, como muitas mercadorias deixam de ser apresentadas apenas como objetos úteis e passam a ser associadas a pertencimento, reconhecimento, identidade, aparência, prestígio e participação social.
A intenção das aulas não foi apresentar o Capitalismo simplesmente como um “vilão” ou como uma realidade que devesse ser previamente condenada, mas compreender as ideias que contribuíram para seu desenvolvimento, os mecanismos que permitem seu funcionamento, sua extraordinária capacidade de produção e inovação e, ao mesmo tempo, as contradições, desigualdades e problemas que podem emergir de seu funcionamento concreto.
Em paralelo a essas discussões, os 9º anos participaram ainda das atividades de cartografia coletiva, empregando ferramentas digitais para observar, representar e discutir o território do entorno da escola no âmbito do Projeto Piloto desenvolvido em articulação com o CAU. Essa experiência aproximou conceitos geográficos da realidade vivida pelos estudantes e transformou o próprio entorno escolar em objeto de investigação, percepção e representação cartográfica.
Encerrado o período de excepcional mobilização em torno do SIC e dos projetos desenvolvidos nesse intervalo, retomamos, a partir de agora, a atualização regular deste diário, acompanhando novamente o desenvolvimento das aulas, dos conteúdos, das atividades, das pesquisas e das experiências construídas pelos estudantes.
Alguns registros do período anterior poderão ainda aparecer por aqui, recuperando práticas que merecem permanecer documentadas.
Seguimos, portanto. O Registro da Prática continua.
terça-feira, 10 de março de 2026
4ª AULA: GUERRA FRIA E MUNDO BIPOLAR!
Aconselha-se o filme, ainda, para que o estudante aprecie, na fotografia inicial do mesmo, a geografia dos campos de batalha, do/ no norte da África, onde a Itália foi rapidamente derrotada em várias embates contra os ingleses, vindo a render-se, em 8 de setembro de 1943, com o Armistício de Cassibile.
Concluiu-se com a rendição do Japão, Hiroshima (6 de agosto de 1945), Nagasaki (9 de agosto de 1945), as, respectivamente, Little Boy (bomba de urânio) e Fat Man (bomba de plutônio).
sexta-feira, 6 de março de 2026
3ª AULA: GUERRA!
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
2ª AULA: IDEIAS-FORÇA: CONCLUSÃO E REDAÇÃO!
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
1ª AULA: IDEIAS-FORÇA!
O professor retomou a aula passada, e, através de aula expositiva dialogada, explicou as Ideias-Força 2, 3 e 4, respectivamente, retiradas dos livros:
→ "Escritos sobre educação", do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900):
"Devemos estudar para nós mesmos", "pensar por nós mesmos"...
→ "O Pequeno Príncipe", do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944):
"Nunca devemos abandonar uma pergunta"
→ "Educar pela pesquisa", do sociólogo catarinense Pedro Demo (1941).
"Estudar é modo de vida", e, "Educar é mais que o mero instruir".
Aconselha-se, para recompor os aprendizados relacionados à aula, que os alunos assistam à videoaula abaixo:
sexta-feira, 13 de junho de 2025
14ª AULA: SITUAR GEOGRAFICAMENTE A EUROPA: LOCALIZAÇÃO RELATIVA!
quarta-feira, 11 de junho de 2025
13ª AULA: AS IDEIAS DE EUROPA, DE GEORGE ESTEINER (1929-2020) (PARTE 2 DE 2)!
- Os cafés: segundo Steiner, não houvessem os cafés, não haveria Europa. Os cafés são lugares de cultura, leitura e pensamento.
- As ruas e praças: as ruas, segundo Steiner têm escala humana, feitas para andar, para o homem, não para o automóvel. Assim, o europeu acaba por trabalhar perto de onde mora, bem como, vai andando, ou, de bicicleta para o trabalho.
As ruas têm nomes de grandes personalidades; as praças, são locais para lazer.
- A paisagem: para Steiner, a paisagem europeia, sendo mais plana do que montanhosa, mais une do que separa os diferentes povos que compõem aquele continente.
- Herança judaico-cristã e grega: trata-se da herança cultural religiosa. Primeiro o povo judeu, com a noção de um único Deus. Também com a noção de bem e de mal. Em segundo lugar, a religião cristã, com a noção de amor como o maior mandamento.
Destas duas primeiras, decorrem praticamente todo o sistema moral e ético, bem como, o de leis.
Em terceiro, os gregos, dos quais se herda a Filosofia, a Lógica e a Matemática.
- Ideia de fim: a última ideia é uma ideia de fim mesmo. Fim no sentido de fim do mundo (Apocalipse (da Bíblia)), bem como, de fim de uma civilização, de uma cultura que não de certo, que, mesmo depois de toda a Fé e Razão, não soube ser superior, no bom sentido do termo.
Para ir além, ou ainda, integrar, retomar ou recompor os estudos feitos em aula, é interessante assistir e / ou ouvir, respectivamente, a videoaula e audioaula, abaixo:
sexta-feira, 6 de junho de 2025
12ª AULA: RETOMADA: AS IDEIAS DE EUROPA, DE GEORGE ESTEINER (1929-2020) (PARTE 1 DE 2)!
quarta-feira, 21 de maio de 2025
11ª AULA: CORREÇÃO DA AVALIAÇÃO SEM CONSULTA
Correção da avaliação sem consulta, que objetivava "analisar criticamente de que forma a hegemonia europeia foi exercida em várias regiões do planeta, notadamente em situações de conflito, intervenções militares e/ou influência cultural em diferentes tempos e lugares (EF09GE01)" e "identificar eventos históricos que possibilitem a compreensão da forte influência que o continente europeu exerceu na organização econômica e cultural do planeta (EF09GE01RS-01)".
quarta-feira, 14 de maio de 2025
quarta-feira, 7 de maio de 2025
9ª AULA: INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DE EUROPA!
Nesta aula, através de aula expositiva dialogada, o professor introduziu os estudos de Europa. Fez isso fazendo uma apresentação dos aspectos gerais do continente europeu que, do ponto de vista físico, é tão somente uma península da Ásia.
Entretanto, o professor intruiu em relação à questão cultural, na qual a Europa, então, destaca-se como um Continente.
Para entrar, de fato, nos estudos de Europa, o professor se utilizou das noções de George Steiner (1929-2020) que em seu livro "La Idea de Europa", destaca cinco Ideias que perfizeram o Espírito europeu, a saber:
- os cafés
- as ruas e as praças
- a paisagem
- a herança judaico-cristã e grega
- a ideia de fim.
Nesta aula, entretanto, houve tempo para, apenas, a apresentação em relação as duas primeiras Ideias.
GEORGE STEINER. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2025. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Steiner>. Acesso em: 07 de mai. 2025.quarta-feira, 30 de abril de 2025
8ª AULA: RETOMADA SOBRE O MURO DE BERLIM!
quarta-feira, 16 de abril de 2025
7ª AULA: RETOMADA A RESPEITO DO MURO DE BERLIM: EXECUÇÃO DO FILME "O MENINO DO PIJAMA LISTRADO"!
quarta-feira, 26 de março de 2025
6ª AULA: O MURO DE BERLIM!
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BOYNE, John; JEFFERS, Oliver. O menino do pijama listrado. São Paulo: Seguinte (Companhia das Letras), 2017 |
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| KENEALLY, Thomas. A Lista de Schindler. Rio de Janeiro: Record, 1994 |
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| Aspecto inicial de Konrad Schumann (1942-1998), na época, aos 18 anos. Como se pode obvervar, ele se encontrava escorado, fazendo o policiamento entre as ruas Bernauer e Ruppiner, em Berlim, momentos antes de iniciar a sua corrida de fuga para o lado Ocidental. Foto de Peter Leibing, com 19 anos, à época. Fonte: Chronos Media GmbH/ullstein bild. Disponível em: <https://mashable.com/feature/jumping-the-berlin-wall>. Acesso em 26 de mar., 2025 |
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| Konrad Schumann (1942-1998) inicando a sua corrida para a liberdade. Foto de Peter Leibing. Na época, quando as pessoas, do lado ocidental, perceberam as intenções de Schumann, passaram a gritar "Komm rüber!" ("venha"), ao que Schumann partou e pulou... Fonte: Chronos Media GmbH/ullstein bild. Disponível em: <https://mashable.com/feature/jumping-the-berlin-wall>. Acesso em 26 de mar., 2025 |
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| Konrad Schumann (1942-1998) saltando (parte 1 de 2) por sobre aquilo que, depois, viria a ser o Muro de Berlim, um muro que contava, na vertical, com 3,60m de altura (4,20m, em algumas pontos) acrescido, na horizontal, de uma série de obstáculos, e com 155km, circundando toda a Berlim Ocidental. Foto de Peter Leibing. Fonte: Chronos Media GmbH/ullstein bild. Disponível em: <https://mashable.com/feature/jumping-the-berlin-wall>. Acesso em 26 de mar., 2025 |
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| Konrad Schumann (1942-1998) saltando (parte 2 de 2) e desertando para Berlim Ocidental. Após ter saltado, Schumann foi socorrido por uma viatura de polícia de Berlim Ocidental que o levou em segurança para longe daquele local. Foto de Peter Leibing. Fonte: Chronos Media GmbH/ullstein bild. Disponível em: <https://mashable.com/feature/jumping-the-berlin-wall>. Acesso em 26 de mar., 2025 |
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| Konrad Schumann (1942-1998), vinte anos após o seu histórico salto, diante da foto icônica de Peter Leibing. Ao longo dos 28 anos em que o Muro de Berlim esteve de pé, Schumann recebeu uma dezena de cartas de seus pais, nas quais eles imploravam que voltasse a Berlim Oriental. Konrad nunca cedeu às tentações. Com a queda o Muro (em 1989), ao então retornar para uma visita, descobriu que tais cartas foram todas ditadas pela Stasi, a temível polícia secreta comunista. Fonte: Chronos Media GmbH/ullstein bild. Disponível em: <https://mashable.com/feature/jumping-the-berlin-wall>. Acesso em 26 de mar., 2025 |
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| Konrad Schumann (1942-1998) frente àquilo que havia se tornado o Muro de Berlim, no mesmo local de seu salto histórico. Muitos amigos de Schumann nunca aprovaram a atitude dele, e, por isso, romperam relações com ele. A partir da queda do muro, na madrugada do dia 9 de novembro de 1989, Konrad passou a se sentir livre, mas, sofrento de depressão em virtude do rompimento com os laços familiares e amigáveis, acabou por se suicidar à 20 de junho de 1998, aos 56 anos. Schumann foi encontrado enforcado no pomar de sua casa, às margens do rio Elba, na cidade de Kipfenberg, na Alta Baviera. Ele nunca ganhou um centavo com a foto histórica! Fonte: Disponível em: <https://www.mdig.com.br/index.php?itemid=53196>. Acesso e 26 de mar., 2025 |
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| Mapa com as zonas de ecupação, que viriam a constituir fronteiras e limites entre as Alemanhas Ocidental e Oriental, com destaque, novamente, para Berlim. |
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| Mapa do Muro de Berlim. Fonte: MURO DE BERLIM. In: Maps Berlin, 2025. Disponível em: <https://maps-berlin.com/>. Acesso em: 26 de mar. 2025. |
quarta-feira, 19 de março de 2025
5ª AULA: ECONOMIAS PLANIFICADAS!
quarta-feira, 12 de março de 2025
4ª AULA: A EOLUÇÃO DO CONCEITO DE "ORDEM MUNDIAL" E "NOVA ORDEM MUNDIL" NA GEOPOLÍTICA!
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| Aspecto da capa do livro História, de Heródoto. |
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| Aspecto de uma escultura de Heródoto (485 a.C - 425 a. C.). |
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| Aspecto da capa dos poemas Ilíada. |
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| Aspecto da capa do escrito Odisseia. |
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| Representação de Homero (928 a. C. - 898 a. C.) |
quarta-feira, 5 de março de 2025
3ª AULA: APRECIAÇÃO DO "CONTEÚDO PROGRAMÁTICO" (DESENVOLVIMENTO)!
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
2ª AULA: IDEIAS-FORÇA (PARTE 2 DE 2)!
terça-feira, 18 de fevereiro de 2025
1ª AULA: IDEIAS-FORÇA (PARTE 1 DE 2)!
terça-feira, 10 de setembro de 2024
18ª AULA: PESQUISA SOBRE PAÍSES DO EXTREMO LESTE DA EUROPA, EX-IUGOSLÁVIA E DA ÁSIA CENTRAL!
Nesta aula os lunos trabalharam, individualmente, cada um através de seu Chromebook, na pesquisa a respeito do país que lhe foi sorteado.
Nesta aula ainda, foi marcada a data das primeiras apresentações.
terça-feira, 3 de setembro de 2024
17ª AULA: SORTEIO PARA PESQUISA A RESPEITO DE PAÍSES DO EXTREMO LESTE DA EUROPA, ANTIGA IUGOSLÁVIA E ÁSIA CENTRAL!
terça-feira, 27 de agosto de 2024
16º AULA: CONCLUSÃO DE "A IDEIA DE PORTO NOVO"!
Nesta aula, os launos concluíram a produção textual a respeito dos traços contitutivos da Porto Novo, bem como, área de entorno.
Ver penúltima aula.
terça-feira, 20 de agosto de 2024
15ª AULA: DESENVOLVIMENTO DO TEXTO "A IDEIA DE PORTO NOVO"!
Nesta aula, os launos desenvolveram a produção textual a respeito dos traços contitutivos da Porto Novo, bem como, área de entorno.
Ver última aula.
terça-feira, 13 de agosto de 2024
14ª AULA: A IDEIA DE PORTO NOVO (INTRODUÇÃO)!
Nesta aula, os alunos iniciaram uma produção textual, com base no pensamento de George Steiner (1929-2020), encontrada em seu livro "A Ideia de Europa", no qual o filósofo e professor francês identifica cinco traços constitutivos da Cultura do Europeia.
Com base nisso, os estudantes deveriam elaborar um texto que identificasse, também, cinco traços constitutivos da escola e área entorno, texto que irá se chamar "A Ideia de Porto Novo", e que, pretende-se, será publicado.
terça-feira, 6 de agosto de 2024
13ª AULA: RETORNO DO RECESSO E INTRODUÇÃO AO ESTUDO SOBRE O COMUNISMO!
terça-feira, 18 de junho de 2024
segunda-feira, 3 de junho de 2024
11ª AULA: RETORNO DO DESASTRE AMBIENTAL!
Após a última aula, dia 30 de abril, começou a chover torrencialmente no Rio Grande do Sul. As primeiras localidades a serem atingidas pelas chuvas foram as da Serra Gaúcha. Porto Alegre, também, quase que de imediato começou a sofrer.
O que, porém, ninguém sabia é que aquele fenômeno viria a se transformar em um dos maiores desastres ambientais do Brasil! Assim sendo, as aulas nas disciplinas de Geografia e Iniciação Científica, cessaram desde aquela data, vindo a retornar somente hoje.
Nesta aula, o professor fez uma explicação a respeito dos fenômenos que atingiram o estado, a capital e sobre os fatores internos e externos às cheias.
Em seguida, em uma conversa franca, alunos e professor falaram sobre os impactos disso tudo na vida de cada um.
Feito isso, foi proposta e leitura do texto "Três dias para ler", de Helen Keller (1880-1968). Os alunos deveriam ler o escrito da filosofa estadunidense, e, depois, responder: o que Keller tem a nos dizer hoje? Qual mensagem podemos retirar, desde o seu texto e da sua história, para a nossa vida?
terça-feira, 30 de abril de 2024
10ª AULA: A IDEIA DE EUROPA (DESENVOLVIMENTO)!
terça-feira, 23 de abril de 2024
9ª AULA: EUROPA (INTRODUÇÃO (LA IDEA EUROPA, DE G. STEINER (1929-2020))!
terça-feira, 16 de abril de 2024
8ª AULA: A GUERRA!
terça-feira, 2 de abril de 2024
6ª AULA: CORREÇÃO DA AVALIAÇÃO SEM CONSULTA!
terça-feira, 26 de março de 2024
5ª AULA: ORDEM MUNDIAL, NOVA ORDEM MUNDIAL, MUNDO BIPOLAR E GUERRA FRIA!
terça-feira, 19 de março de 2024
4ª AULA: AVALIAÇÃO SEM CONSULTA (SONDAGEM)!
terça-feira, 5 de março de 2024
3ª AULA: REDAÇÕES SOBRE AS IDEIAS-FORÇA!
Nesta aula, os estudantes foram orientados a elaborarem uma redação sobre o tema das Ideias-Força. As produções textuais serão publicadas nas Jornadas de Aprendizagem dos aluno.
terça-feira, 27 de fevereiro de 2024
2ª AULA: IDEIAS-FORÇA: CONCLUSÃO!
Conclusão das explicações e discussões a respeito das *Ideias-Força*, que balizam o ato de estudar, e, portanto, o presente Ano Letivo.
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024
terça-feira, 12 de dezembro de 2023
35ª AULA: TURQUIA E IRÃ!
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 152 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 152 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 153 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 153 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 153 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 154 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 154 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 154 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 155 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 155 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 155 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 155 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 156 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 156 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 157 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 9º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 157 |
1ª AULA DO 3º TRI.: AULA DE PRÉ-CAMPO!
N.B.: dia 10 de set. , foi utilizado para o conselho de classe , ocasião em que os esudantes tiveram atividades especiais na sala de multime...
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Neste encontro, o professor, utilizando-se de um notebook , da TV passeante da escola, e do software Google Earth™, conduziu aula expositiva...
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Aula expositiva dialogada, na qual, o professor iniciou a instrução, com base em algumas colocações dos estudantes. Assim, entrou-se no cont...
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Aula expositiva e dialogada, na qual, o professor concluiu as explicações relativas às Ideias-Força : Dumas, Nietzsche, Saint-Exupéry e Demo...
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