sexta-feira, 27 de abril de 2018

Décima Sexta aula!

Aula expositiva dialogada sobre o conceito de Capitalismo.

Através de aula expositiva dialogada, o professor apresentou as principais ideias de Adam Smith (1723-1790), o, por assim dizer, pai deste pensamento econômico, ao menos do Capitalismo denominado de Escola Clássica.

Sugere-se que os estudantes leiam, na íntegra, ou, ao menos, os três últimos parágrafos, de um texto elaborado no ano de 2016 por um ex-aluno da escola, o estudante estudante Yuri Sullyvan Marques Nunes, aqui: "O Comunismo, o Socialismo e o Capitalismo:".

Também instruiu-se a respeito da Lei da Oferta e Procura. Para instigar os alunos, o professor fez o seguinte questionamento: "o que vem antes? A procura ou a oferta?

Com base nisso, encaminhou-se o entendimento que, o que vem antes, nor-mal-men-te, é a procura. Assim, através de um quadro explicativo, escrito no quadro de giz, o professor explicou a dinâmica da "lei".

Na próxima aula, o professor vai explicar que, em certos casos, como os da atualidade, a oferta pode muito bem vir antes.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Décima Quinta aula!

O professor retomou a última aula e relembrou as combinações para a leitura do livro.

Em seguida, passou à correção do "tema de casa" solicitado também na última aula.

O professor solicitou que os estudantes lessem as suas respostas, e, à medida em que isso ia acontecendo, o professor ia corrigindo, retirando dúvidas e aprofundando as questões.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Décima Quarta aula!

Aula em que professor e estudantes conversaram e fizeram combinações sobre as leituras do Ano Letivo, ou ainda, mais especificamente, sobre as leituras a serem feitas no primeiro semestre do presente Ano Letivo.

O professor está com a intensão de fazer os alunos lerem, ou ainda, de trabalhar com os alunos, também, através de leituras paralelas.

O professor sugeriu os livros abaixo, que, são muito interessantes para se estudar, receptivamente, Segunda Guerra MundialEuropa, a saber:

e

"Livro Branco Sobre o Futuro da Europa: reflexões e cenários para a UE-27 em 2025", de Jean-Claude JunckerObs.: este livro será disponibilizado em ".pdf", na barra lateral do presente blog.


Foi solicitado o seguinte "tema de casa":

"Com base no que temos estudado, 'traduzir', com as próprias palavras, as asserções, abaixo:
- 'é o ser social que determina a consciência' (Marx)
- 'ideologia também são as as ilusões coletivas e mistificações, representações inconscientemente falsas que os homens, os grupos, as classes fazem de si' (Marx)
- 'ideologia são as interpretações das situações sociais, políticas, morais, religiosas ou filosóficas, etc.'" (Marx).

A tarefa será corrigida na próxima aula, dia 24 de abr..

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Décima Terceira aula!

Os alunos foram levados ao Laboratório de Informática, e, lá, pesquisaram o conceito de ideologia, no site do professor.





terça-feira, 17 de abril de 2018

Décima Segunda aula!

Aula expositiva dialogada para entender Marx (1818-1883), com a explicação dos itens principais que constituem o pensamento do filósofo alemão, bem como, do Socialismo.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Décima Primeira aula!

Nesta aula, a fim de concluir o conceito de Comunismo, o professor trouxe os livros citados nas últimas aulas. 

Assim, foram lidas para os estudantes partes do "Mito da Caverna", de Platão; "Utopia", de Morus; "A Cidade do Sol", de Campanella. 

Os livros circularam nas mãos dos estudantes e todos foram emprestados, por desejo dos próprios estudantes. Os alunos se comprometeram em ler partes deles ou a totalidade deles, e, a trocarem os mesmos, depois, entre si. 

Em meio à sua fala, para explicar o porquê de uma noção que aparece em Campanella, quando do diálogo entre as personagens do "Genovês" e do "Hospitalar", ocasião em que o primeiro descreve a ilha da "Cidade do Sol" ao segundo, referindo-se àquele povo como "um povo originário da Índia", e, por assim dizer, "superior", o professor teve de se valer do escrito "1434: O Ano em que uma Magnífica Frota Chinesa Velejou para a Itália e Deu Início ao Renascimento", do militar britânico Gavin Menzies, que também foi apresentado aos alunos.

N.B.: este tipo de recurso só possível, assim, de forma imediata, porque as salas de aula da EMEF Porto Novo são temáticas, assim, como se pode ver pela fotografia abaixo, temos um "mini" biblioteca em sala de aula.



Assim, ficou mais ou menos aclarada aquela mítica noção que tinham os europeus em relação ao Oriente em meados dos séculos XV e XVI.

Feito isso, o professor explicou as principais origens das ideias defendidas por Karl Marx (1818-1883). Com isso, foi introduzido o conceito de Socialismo

O professor explicou que Marx rompeu com aquele "comunismo utópico" idealizado por Morus e Campanella, partindo para a busca por uma forma de ação

O professor instruiu a respeito das bases que Marx foi buscar em Hegel (1770-1831) e Darwin (1809-1882), explicando o que é dialética evolução, que resultam, no entendimento de Marx, naquilo que ele chamava de inexorabilidade (Obs.: a respeito de o que é o inexorável, sempre indico uma interessante pesquisa, feita por um estudante meu, de 9º ano (C30), do ano de 2016, que está, :::aqui::: (LEIAM!!!)) e de necessidade de a sociedade ter de "evoluir" do Capitalismo para o Comunismo.

Abaixo, alguns aspectos daquilo que o professor colocou, no quadro de giz, durante as explicações:




Como convite a reflexão que permite que os estudantes tragam isso para o hoje, o professor colocou, no quadro de giz, o seguinte "tema de casa": 

"Pesquisar o que deu certo e o que não deu certo no Socialismo."

terça-feira, 10 de abril de 2018

Décima aula!

Aula expositiva dialogada de conclusão da conceituação de comunismo

O professor se utilizou das noções de Tommaso Campanella (1568-1639) sobre a "família" e a "propriedade privada", retirada do livro "A Cidade do Sol", do diálogo entre o Grão-Mestre dos Hospitalários e o Almirante Genovês que ocorre no citado livro; ocasião em que o navegador explica para o religioso como era a vida na ilha por ele "descoberta", a saber:

Dizem eles que toda espécie de propriedade tem sua origem e força na posse separada e individual das casas, dos filhos, das mulheres. Isso produz o amor-próprio, e cada um trata de enriquecer e aumentar os herdeiros, de maneira que, se é poderoso e temido, defrauda o interesse público, e, se é fraco, se torna avarento, intrigante e hipócrita. Ao contrário, perdido o amor-próprio, fica sempre o amor da comunidade.

Feito isso, o professor, para verificar se os estudantes estavam entendendo o conteúdo, tomou-o oralmente, de vários dos estudantes. Fez isso através de perguntas diretas dirigidas a cada um deles.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Nona aula!

O professor retomou a última aula, e, com o objetivo de concluir esta parte da instrução sobre o conceito de comunismo, o professor conduziu uma aula expositiva dialogada sobre o contexto em que emergiu o escrito Utopia e as consequências relativas a isso para a vida de Thomas Morus (1478-1535), condenado à morte pelo rei Henrique VIII (1491-1547).

O professor escreveu no quadro de giz alguns elementos que compõem toda e qualquer sociedade moderna e que, em uma sociedade comunista, não existem, tais como:

- Estado (governo)

Após os diálogos com os estudantes, para instigá-los e verificar se os estudantes haviam entendido o que estava sendo explanado e (re)construído, o professor perguntou: "com base no que temos estudado, qual é, afinal, o sentimento tipicamente humano que não pode existir em uma sociedade comunista?

Os estudantes responderam de forma adequada, dizendo:

- "aquilo que é meu!"
- "orgulho"

O professor continuou provocando os alunos, até que emergisse a noção de "egoísmo".

Na próxima aula será concluído o conceito de comunismo para que se possa entrar no conceito de socialismo. Far-se-á isso com as ideias de Tommaso Campanella (1568-1639), em seu escrito "A Cidade do Sol"

O interesse do professor é o de fazer com que os estudantes se deem conta da importância da crítica feita à propriedade privada pelos teóricos que defendem os ideais comunistas.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Oitava aula!

Neste dia, durante o primeiro período, aconteceu na escola a Assembleia Geral para a aprovação do Calendário Escolar. Da referida reunião, toda a comunidade escolar participou; alunos, pais e responsáveis, funcionários e professores. Assim, o período, que era um só, ficou deveras reduzido. 

Assim, houve tempo somente para que o professor retomasse a última aula e procedesse a uma breve aula expositiva dialogada sobre o escrito Utopia, do filósofo inglês citado na última aula, Thomas Morus (1478-1535).

O professor explicou que a etimologia da palavra utopia provém da união entre a partícula de negação "u" (que significa "não") + a palavra "tópos" (que significa "lugar"), resultando em um "não lugar".

Explicou ainda o porquê de o livro ter servido de inspiração para os ideais comunistas e um pouco do contexto histórico no qual o livro foi escrito. 

Nesse sentido, para instigar os estudantes para a próxima aula, o professor comentou que a repercussão do livro, bem como os ideais nele contidos, não terminaram nada bem para Thomas Morus que, por ordem de seu rei, Henrique VIII, foi levado à pena capital. Mas, isso ficou como assunto para a próxima aula. 

terça-feira, 3 de abril de 2018

Sétima aula!

Aula expositiva dialogada sobre o conceito de Comunismo.

O professor instruiu a respeito das noções de comunismo encontradas em Platão (Atenas, 428 ou 427-348 ou 347 a.C.), especificamente, em seu escrito "A República" (provavelmente, entre 385 e 380).

Neste ponto, o professor explicou o "Mito da Caverna", que é encontrado no livro VII do escrito acima citado, conforme é disponibilizado abaixo:

Imagina homens que estão numa morada subterrânea, semelhante a uma furna, cujo acesso se faz por uma abertura que abrange toda a extensão da caverna que está voltada para a luz. Lá estão eles, desde a infância, com grilhões nas pernas e no pescoço de modo que fiquem imóveis onde estão e só voltem o olhar para frente, já que os grilhões os impedem de virar a cabeça. De longe chega-lhes a luz de uma fogueira que arde num lugar mais alto, atrás deles, e, entre a fogueira e os prisioneiros, há um caminho em aclive ao longo do qual se ergue um pequeno muro semelhante ao tabique que os mágicos põem entre eles e os espectadores quando lhes apresentam suas habilidades.
– Estou imaginando... disse.
– Pois bem! Imagina homens passando ao longo desse pequeno muro e levando toda a espécie de objetos que ultrapassam a altura do muro e também estátuas de homens e de outros animais, feitas de pedra e de madeira, trabalhadas das mais diversas maneiras. Alguns dos que os carregam, como é natural, vão falando, e outros seguem em silêncio.
– Estranho é o quadro que descreves, disse, e estranhos também os prisioneiros...
– Semelhantes a nós... disse eu.– Então se fossem capazes de conversar entre si, não achas que eles pensariam que, ao dar nome ao que estavam vendo, estariam nomeando coisas realmente existentes? (Platão. A república: [ou sobre a justiça, diálogo político]. Tradução Anna Lia Amaral de Almeida Prado. São Paulo: Martins Fontes. 2006. Título Original: ΠΟΛΙΤΕΊΑ – [ή περì δικαίοµ, πολιτικός], 514 a-515 b).
Com relação a isso, o professor fez a reflexão clássica de o que deve (ou pode) fazer o homem que se liberta de seus grilhões. Disto emerge a questão da comunidade, da Ética (com "e" maiúsculo) e do compromisso dos humanos.

Nos momentos finais da aula, ainda houve tempo ainda para introduzir o nome de Thomas Morus (Londres, 1478-1535), como aquele que comumente apontado como o "pai" do comunismo.

Os esclarecimentos, no entanto, sobre o contexto de vida e da obra do pensador britânico, ficaram para a próxima aula.

terça-feira, 27 de março de 2018

Sexta aula!

O professor trouxe os dados de uma pesquisa que coloca o Brasil como a segunda população do mundo com menos noção da própria realidade (a pesquisa na íntegra está :::aqui:::) e fez os devidos comentários sobre questões envolvidas.

Nesse sentido, o professor alertou que a disciplina de Geografia pode ajudar, em muito, justamente nisso, que os estudantes sejam, cada vez mais cônscios da própria realidade, e isso de maneira crítica e transformadora.

Em seguida, retomou e considerou como concluído a discussão a respeito do determinismo e do possibilismo geográfico, estudado na aula passada.

Para integrar o assunto, o professor comentou acerca do determinismo biológico e do determinismo filosófico, bem como, dos possibilismo biológico e filosófico

Para dar exemplos deste pontos de vista, o professor trouxe a pergunta filosófica que muito foi debatida, a saber: "o ser humano é mau ou bom?"

Neste ponto, o professor citou o romance "O Senhor das Moscas", de William Golding (1911-1993), que, contrariamente ao romance de Robert Michael Ballantyne (1825-1894), em seu livro "A Ilha de Coral", coloca o homem como um ser mau.

Para contra-argumentar, o professor citou os entendimentos de Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), para quem o homem se trata de uma ser bom, que, ao longo do tempo, pode ser degenerado pelo meio envolvente, entendimento que o filósofo francês formulou na célebre frase, a seguir:

"o homem nasce bom e a sociedade o corrompe"

sexta-feira, 23 de março de 2018

Quinta aula!

O professor retomou a aula passada, concluiu a retomada do conteúdo do ano passado, e, de imediato, passou a cobrar as respostas dos estudantes ao "tema de casa" proposto na penúltima aula.

Com base nas respostas dos estudantes, o professor explicou as escolas de pensamento geográfico determinista e possibilista.

A maioria externaram o entendimento de que não tem como o homem "dominar" totalmente a natureza; isto ficou ainda mais claro para eles quando o professor trouxe exemplos mais concretos e reais, tais como, furacões, tornados, erupções vulcânicas e terremotos.

Contudo, apesar da limitação biológica humana, o professor comentou acerca da crítica feita pela escola francesa à escola alemã, e, a respeito do mal causado à humanidade por este último tipo de pensamento, com ideologias e pseudociências como, por exemplo, a eugenia.

Comentou, ainda, que, se levada em conta a tecnologia, o pensamento determinista fica ainda mais em cheque e balançado.

O professor pretende voltar ao tema  ainda, pois, jovens adolescentes de países com problemas socioeconômicos, tais como, os brasileiros, têm de saber que não há uma determinação deste tipo, que cai sobre a cabeça da pessoa pobre, e, tal qual um destino irremediável, impede qualquer tipo de fuga ou de transformação.

São sugeridos os vídeos abaixo para pensar a questão desde um ponto de vista filosófico (a escola está sem professor de Filosofia), passando pelo ponto de vista biológico, até chegar no geográfico:













   

quinta-feira, 22 de março de 2018

Quarta aula!

O professor lembrou do tema de casa, solicitado na aula anterior, sobre as escolas geográficas do pensamento (Determinismo Possibilismo), e, combinou que os estudantes não esquecessem tal temática, que será retomada posteriormente.

Feito isso, passou à etapa de sondagem.

Para fazer isso, promoveu uma série de perguntas "abertas" (para a turma como um todo) e "fechadas" (pontualmente para alguns alunos) a respeito do conteúdo visto no ano anterior, a saber:

1) Quais os oceanos que banham a América?
2) Quais são as características descritivas do continente americano?
3) Nós somos americanos?
4) Nós somos latino-americanos?
5) Nós somos sul-americanos?
6) Que critério está sendo usado quando falamos em América?
7) Que critério está sendo usado quando falamos em América Latina e América Anglo-Saxônica?
8) Que critério está sendo usado quando falamos em América do Sul, América Central e América do Norte?
9) Por que há uma América rica e outra pobre?
10) Qual América é a rica e qual América é a pobre?
11) O que é pobreza e o que é riqueza?
12) Qual a distinção que devemos fazer entre riquezapobreza desenvolvimento?
13) Onde estão e quais são as riquezas naturais do continente americano?
14) Por que esta situação socioeconômica se instalou na América; o desenvolvimento na América Anglo-Saxônica e a falta dele na América Latina?
15) Quais as diferenças entre um colonização por exploração e uma colonização por povoamento?
16) Quais as diferenças básicas na visão teológica de católicos protestantes?
17) Quais são os países mais pobre da América? 
18) Qual é a conjuntura do Haiti e da Venezuela?
19) Quais são os países ricos da América?
20) Qual é a conjuntura dos EUA e do Canadá?

À medida que os alunos iam respondendo, o professor ia fazendo os comentários pertinentes, bem como, retirava dúvidas e aprofundava o conhecimento. 

Foi comentado, também, quando o professor retomou alguns aspectos do Alasca (permafrost), acerca de um artigo (The Uninhabitable Earth (A terra inabitável)) lido, no ano passado, e que versava sobre o Aquecimento Global

Neste ponto da aula, um dos alunos comentou sobre o "buraco na camada de ozônio", sendo que o professor fez as explicações necessárias.

terça-feira, 20 de março de 2018

Terceira aula!

O professor retomou a aula passada, onde os estudantes buscaram interpretar, com as suas palavras, o que o sociólogo catarinense Pedro Demo quis dizer com as seguintes frases:

"Educar é mais que o mero instruir"

e

"Estudar [ou pesquisar] é modo de vida"

Alguns alunos releram suas respostas e o professor chamou a atenção para alguns aspectos pertinentes.

Em seguida, para integrar estas primeiras aulas e estas primeiras noções acerca da Educação, o professor fez uma fala a respeito da importância da leitura. Para instigar os alunos, questionou que livro eles haviam lido que tinha marcado as suas vidas.

Como se sabe, as pesquisas mostram, poucos foram ao alunos que indicaram terem lido livros inteiros. Os pouquíssimos exemplos que surgiram, tais como, "A Culpa é das Estrelas" e "Cinquenta Tons de Cinza", não haviam sido lidos inteiros.

Talvez, por esta razão, problematizou o professor, os estudantes acharam os filmes dos romances citados melhores do que os livros, quando se sabe que deveria ser diferente, já que, na grandessíssima maioria das vezes, quem lê um romance acha melhor (muito melhor, na verdade) o livro do que o filme; isso porque ao se ler um livro o processo imaginativo envolvido é o de criação. Nas palavras do serrano Mário Osório Marques, em seu livro "Escrever é Preciso", o leitor também é autor; quem lê á autor, ou ainda, coautor daquilo que está sendo lido.

Assim, por mais que recursos altamente tecnológicos sejam usados para se adaptar um livro ao cinema e por mais fidedigno que um filme possa ser ao livro, o processo imaginativo de autoria e criação de quem lê é sempre mais rico e significante. Decorre daí, que, na grandessíssima maioria das vezes, o livro é sempre melhor que o filme.

Para concluir a sua fala e o diálogo, o professor introduziu o conceito de Literatura Universal e instigou os estudantes a buscarem as listas dos 100 mais da literatura clássica, duas das quais o professor compartilha, abaixo:



Tendo encerrado estas primeiras aula que tinham por objetivo instigar, estimular e fazer com que os estudantes refletissem sobre o próprio processo educacional, o professor solicitou, como "tema de casa", que os estudantes respondessem à seguinte pergunta:

"É o ser humano que domina a natureza ou é a natureza que domina o ser humano?"

A pergunta acima foi pensada para se introduzir, na próxima aula, o estudo sobre as escolas do pensamento geográfico, a saber: 


e

sexta-feira, 16 de março de 2018

Segunda aula!

Visto que muitos alunos que estavam presentes hoje haviam faltado à aula de ontem, o professor fez uma breve fala para se apresentar e para fazer as combinações do Ano Letivo. Falou da importância o caderno, das regras de convivência e do modo de avaliação.

Em seguida, explicou como funciona o presente espaço e o grupo de estudos fechado do Facebook.

Feito isso, o professor retomou as noções, trabalhadas no ano passado, acerca do "estudar para si mesmo", de Nietzsche, de seu livro, "Escritos sobre Educação", e, em seguida, introduziu a seguinte a noção: retirada do livro "O Conde de Monte Cristo" (Alexandre Dumas (1802-1870)), do diálogo entre dois dos importantes personagens da obra, a saber:

DIÁLOGO:

Abade Faria: "Em troca da sua ajuda, eu ofereço algo muito valioso." 
Dantè: "Minha liberdade?" 
Abade Faria: "A liberdade pode nos ser tirada, como você bem sabe. Eu te ofereço meu conhecimento.” 

PERSONAGENS:

- Abade Faria : padre italiano. Condenado em 1811 para crimes com implicações políticas, ele encontra Edmond Dantès no Castelo de If, onde os dois estão detidos. Culto, científico, poliglota e considerado como louco pelos guardas. Ele fez amizade com Edmond Dantès com quem ele elabore um plano de evasão. Antes de morrer de um acidente vascular cerebral, ele revela a localização do seu tesouro na ilha de Montecristo que permita a Edmond Dantès de financiar a sua vingança. O personagem é inspirado em José Custódio de Faria. 

Edmond Dantès: Filho de Louis Dantès e namorado de Mercédès Herrera. No início, Edmond Dantès é imediato a bordo do navio o "Faraó” e futuro capitão do mesmo. Ele é denunciado por “seus” amigos Fernand Mondego e Danglars como espião bonapartista. Edmond é preso e encontra-se detido no Castelo de If (prisão situada ao largo da costa de Marselha), ele é mantido preso por Villefort durante o Governo dos Cem Dias. Após a sua fuga, ficou preso durante 14 anos da sua vida, e para esclarecer a verdade e que nenhum crime fique sem castigo, Edmond Dantès utilize vários disfarces e realiza com paciência os seus planos de vingança desde da Itália e depois em França.

Emerge do diálogo entre os personagens acima, a noção de que TUDO pode ser tirado de uma pessoa, até mesmo a sua liberdade... Tudo, tudo mesmo... Mas, há uma coisa que não pode ser tirada, roubada...: o conhecimento... 

Feita a explanação acima, o professor solicitou que os estudantes respondessem, em seus cadernos, com as próprias palavras, a interpretação que faziam das máximas abaixo, que são do sociólogo catarinense, Pedro Demo:

"Educar é mais que o mero instruir"

e

"Estudar [ou pesquisar] é modo de vida"

Enquanto os estudantes respondiam, o professor passava de classe em classe conversando com os alunos, orientando e falando com a turma. Após o tempo dado para a realização da tarefa, o professor solicitou que alguns dos alunos lessem as suas respostas, que, por sua vez, serviram de subsídio para discussões e (re)construção de opiniões.

quinta-feira, 15 de março de 2018

Primeiro dia de aula!

O professor conversou com os alunos, todos eles estudantes da escola desde o ano passado, e, muitos, desde a inauguração da mesma, em 2015. Não há alunos novos no grupo.

Em seguida, solicitou um caderno de geografia, com as páginas numeradas, o que pode ser feito pelo próprio aluno, no canto superior de cada folha. Foi lembrado, também, que o caderno é peça chave da avaliação, devendo estar sempre atualizado e caprichado.

Feito isso passou a explicar sobre o grupo de estudos fechado do Facebook, bem como, sobre o presente ciberespaço.

Foi ressaltado que, uma vez havendo dois lugares distintos para que o aluno acompanhe o conteúdo que está sendo estudado diariamente, não há o porquê de o aluno não estudar com qualidade. Ressaltou-se, entretanto, que todos estes espaços virtuais só servem para somar, nunca para prejudicar aqueles que não têm Internet e/ ou não querem interagir por estes meios.

Em seguida, o professor passou a retomar a noção vista no ano anterior, vinda do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900), do livro "Escritos sobre Educação", a saber: a de que no tempo de Nietzsche, século XIX, as pessoas estavam estudando para o Estado. Segundo o filósofo alemão, isso era ruim, ou ainda, não era a melhor e mais adequada forma de estudar, pois, considerando o estudar desse modo, o estudante busca estudar para ter sucesso, e é justamente este o erro. Para Nietzsche, as pessoas deveriam estudar para elas mesmas, cada estudante deveria estudar para si mesmo, e, fazendo isso, cada um teria, a seu tempo, o sucesso como consequência e não como objetivo.

Nietzsche quer, com isso, colocar o estudo como algo que deve ser feito para a pessoa e somente ela, como algo prazeroso, como um investimento pessoal que tem de ser consciente e rigoroso, não como uma obrigação ou como algo necessário para tão somente se alcançar um emprego ou um trabalho, mundo dos negócios, Mercado, etc..

Após esta retomada, o professor indicou que, na próxima aula, irá tratar sobre uma noção advinda do livro "O Conde de Monte Cristo", de Alexandre Dumas, a saber: a de que tudo nos pode ser roubado, menos o... ::: [aguardem a próxima aula (e a próxima publicação)] :::

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Nota de Criação

Este blog foi criado no mês de jan., 2018.

Mesmo de férias, o professor resolveu criar um espaço para as anotações do ano letivo vindouro!!!

Espera-se que esse espaço sirva para o implemento do estudo dos jovens adolescentes!!!

Façam bom uso!!!

Att,

Prof. Donarte.

RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!

Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola ...